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Sidney da Silva Patrício, o Cabo Patrício, nasceu, foi criado e até hoje reside no Gama. Em 1986, aos 19 anos, ingressou na Polícia Militar do Distrito Federal. A partir daí tornou-se um representante dos policiais.
Em 1995 assumiu o cargo de chefe da Junta de Serviço Militar da Administração Regional do Gama. Dois anos depois, retornou à polícia, mas como um PM diferente: tinha adquirido gosto pela militância política.
Petista há 16 anos, Patrício percebeu que faltava uma instituição que tivesse o compromisso de defender a sua categoria. Por isso, em 1998, ele fundou a Associação dos Policiais e Bombeiros Militares do Distrito Federal (Aspol). A Aspol foi a primeira entidade representativa de policiais e bombeiros militares do país a ser filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Dois anos depois da fundação da associação, policiais e bombeiros começaram um movimento que culminou com a primeira greve da categoria. Por liderar a manifestação, Patrício foi preso por 101 dias e acabou excluído da corporação.
Em 2002 candidatou-se pela primeira vez a deputado distrital. Obteve 7.137 votos e ficou como quarto suplente.
Em 2006 concorreu novamente e elegeu-se com 18.889 votos. Logo no início da legislatura foi escolhido pelos parlamentares para presidir a Comissão de Segurança da Câmara Legislativa.